No próximo dia 7 de fevereiro saberemos quem é o novo procurador de Messina. O plenário do CSM incluiu de facto na agenda dos trabalhos de 7 de Fevereiro, entre as diversas decisões a adoptar, também a do novo chefe do gabinete de investigação do Peloritano.
Em novembro a Comissão de Cargos de Gestão foi sensacionalmente dividida ao meio entre os dois candidatos, que agora serão examinados pelo plenário. É sobre Rosa Raffa e Antonio D’Amato, ambos atuando como procuradores-adjuntos. A primeira direita em Messina, onde exerce o cargo há mais de um ano, desde que o ex-procurador Maurício de Lúcia foi para a Promotoria de Palermo, o segundo para Santa Maria Capua Vetere.
Os funcionários da comissão votaram em Raffa Andrea Mirenda (independente), Roberto D’Auria (Unicost) e Antonello Cosentino (Área). Para D’Amato, que foi vereador do CSM eleito pelo grupo judiciário independente, os leigos votaram Daniela Bianchini (FdI) e Ernesto Carbone (Iv), e Mi Maria Luisa Mazzola.
Havia quinze magistrados disputando o cargo de promotor-chefe em Messina. Eram todos nomes de prestígio, quase todos servindo entre a Sicília e a Calábria, muitos com experiência significativa contra a Cosa Nostra e a ‘Ndrangheta. Alguns já haviam trabalhado em Messina.
Rosa Raffa Está no poder judicial desde fevereiro de 1989. A sua primeira missão foi como deputada do Ministério Público de Siracusa em março de 1990. Em novembro de 1993 foi transferida para o Ministério Público de Messina. Ele também chefiou um Ministério Público, o de Patti, por 8 anos.
Antonio D’Amato foi recentemente membro do CSM, eleito em outubro de 2019. De 2015 a 2019 foi procurador-adjunto em Santa Maria Capua Vetere. Iniciou a sua carreira profissional como procurador na Procuradoria de Palmi em 1989. A partir de março de 1993 esteve na Procuradoria de Nápoles, depois continuou o seu compromisso com a DDA.