A Câmara Criminal de Cosenza tem sido durante meses a refinaria de um pensamento convicto sobre a mudança do sistema judicial em Itália. Um projeto a ser construído em conjunto, através da discussão. E com um presidente, Roberto Le Pera, empenhado em liderar a frente reformista. A sua paixão e coragem tornaram-no famoso em toda a Itália, tornando-o num dos rostos mais reconhecidos de um advogado que optou por competir abertamente com o poder judicial. Seu alerta (“Fora do CSM ocupado com suas correntes”) se espalhou pelas redes sociais e chegou aos principais jornais nacionais. Nessa trajetória, o objetivo era claro: encurtar a distância com os promotores, que sempre foram percebidos como muito próximos dos juízes. Um vínculo estreito, capaz de prejudicar a ideia de “julgamento justo” a ponto de transformá-la na versão menos equilibrada do “julgamento contraditório”.
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