Roma-Milan 1-1
GOLS: 17′ De Winter, 29′ Pellegrini (plataforma).
ROMA (3-4-2-1): Svilar 6; Mancini 6, Ndicka 5,5, Ghilardi 7; Celik 6,5, Cristante 6,5, Konè 6,5 (13′ st Pisilli 6), Wesley 6,5; Dybala 6 (24′ Pellegrini 7), Soulè 6 (40′ Venturino sv); Malen 5,5 (24′ Vaz 6). No banco: Vasquez, Gollini, El Aynaoui, Ferguson, Tsimikas, Ziolkowski, Lulli. Técnico: Gasperini 6,5.
MILÃO (3-5-2): Maignan 7; Tomori 6, Gabbia 6, De Winter 7; Saelemaekers 5 (1’st Athekame 6), Ricci 6 (34’st Loftus-Cheek 6), Modric 6,5, Rabiot 6, Bartesaghi 6,5; Nkunku 5,5 (23′ Pulisic 6), Leão 5,5 (23′ Fullkrug 6). No banco: Terracciano, Torriani, Estupinàn, Fofana, Odogu, Jashari, Pavlovic. Técnico: Allegri 6.
ÁRBITRO: Colombo de Como 6.
NOTAS: noite chuvosa, campo de jogo em bom estado. Atendimento: 63.582. Reservado: Rabiot, Athekame, Modric, Maignan. Cantos: 5-3 para a Roma. Recuperação: 1′; 4′.
A Roma consegue o primeiro empate da temporada, o Milan amplia a sua invencibilidade para 21, a mais longa entre as cinco principais ligas da Europa. Um grande jogo termina 1-1 no Olímpico que não perturba os primeiros escalões da classificação: Allegri sobe para 47 pontos, perde terreno face ao líder Inter (-5), mas amplia para +4 sobre o Nápoles, derrotado em Torino e apanhado pelos homens de Gasperini com 43 pontos. No final são os Giallorossi quem mais lamenta, apesar do golo de De Winter ter chegado antes do empate, na sequência de uma grande penalidade de Pellegrini. Tal como na primeira mão, aliás, Mike Maignan é o grande protagonista. O homem mais perigoso da Roma é Malen, letal na estreia contra o Torino e mais desperdiçador do que o habitual hoje. Depois de alguns momentos, o ex-jogador do Aston Villa se intromete na área, mas engasga demais com o pé esquerdo, facilitando a captura do goleiro rossonero. Aos 8 minutos Kone preocupa o francês, mas mesmo neste caso a intervenção é fácil. A oportunidade mais importante da primeira parte ocorreu aos 19 minutos: Ndicka numa projeção ofensiva serve Malen que remata ao lado em posição extremamente favorável. O holandês voltou a desperdiçar aos 33 minutos, desta vez de ângulo fechado, chutando no corpo de Maignan, que no final do primeiro tempo com um super reflexo bloqueou o caminho para um chute de pé direito de Celik.
Resumindo, depois do pênalti defendido no jogo de ida contra o Dybala, o goleiro do AC Milan impressiona novamente. No início do segundo tempo, o Milan – que substituiu o vaiado Saelemaekers por Athekame no intervalo – teve imediatamente uma chance. Bartesaghi desce pela ala e pega Rabiot no centro, cujo chute diagonal é desviado para escanteio por Svilar. À hora de jogo, a Roma perdeu Kone, que lesionou o flexor após uma corrida sobre Rabiot e foi substituído por Pisilli, recém-saído da dobradinha europeia contra o Estugarda. A Roma diminuiu o ritmo e sofreu um gol aos 62 minutos. Na sequência de um canto cobrado por Ndicka, foi De Winter quem rematou mais alto e venceu Svilar. Aos 65 minutos, Gasperini e Allegri trocaram o ataque. Dentro de Vaz e Pellegrini (em vez de Malen e Dybala) de um lado. Espaço para Pulisic e Fullkrug (no lugar de Nkunku e Leão) do outro. A Roma empatou com o seu ex-capitão.
Celik vence pênalti ao chutar o braço de Bartesaghi. Parece um déjà vu da primeira mão, mas desta vez Pellegrini – ao contrário de Dybala em San Siro – não comete erros frente a Maignan. Na final também há espaço para o novo jogador da Roma, Venturino, mas o resultado não muda mais. A trigésima primeira partida oficial entre Gasperini e Allegri termina empatada.