Em Anchorage, Alasca, tudo está pronto para enfrentar Donald Trump e Vladimir Putin, programado hoje à noite às 21h (horário italiano). Uma cúpula chamada “histórica” para a possibilidade de iniciar um caminho para a paz na Ucrânia após mais de três anos de guerra, mas que o próprio presidente americano avalia com prudência: “há 25% de probabilidade que não está indo bem”, disse ele, embora tenha convencido de que o líder do Kremlin quer um acordo.
Trump, com a intenção de obter “paz imediata”, estaria pronta para oferecer a Moscou a revogação de algumas sanções e acesso a recursos de mineração no Alasca e nos territórios ucranianos ocupados, em troca de garantias de segurança para Kiev sob o guarda -chuva dos EUA, mas não da OTAN. Kiev e Europa permanecem céticos: para o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia Andrii Sybiha, as negociações só podem ser produtivas depois que um cessou.
Se a cúpula tiver um resultado positivo, Trump pretende envolver imediatamente Volodymyr Zelensky em uma segunda reunião; Caso contrário, “voltarei a Washington”, ele alertou, deixando a ameaça de novas penalidades na mesa.
Paralelamente, Zelensky conheceu o primeiro -ministro britânico Keir Starmer em Londres, concordando que a nomeação no Alasca representa “uma chance concreta de progresso” somente se Putin demonstrar vontade real de paz. Enquanto isso, 16 manifestações de solidariedade com a Ucrânia estão planejadas no Alasca.
Diz -se que a Casa Branca é “cautelosamente otimista”, mas não exclui que Trump possa abandonar a mesa se perceber a falta de seriedade de Putin. Para os analistas, o líder americano é o mais a perder, enquanto Putin já obteve o resultado de uma cúpula no território dos EUA, uma oportunidade de relançar o papel internacional da Rússia.
A duração da reunião, de acordo com o Kremlin, pode ser de 6 a 7 horas.