O santuário que preserva a memória das vítimas do terremoto de 1908 em Palmi está no centro de uma polêmica acirrada. Um local de profundo valor histórico, civil e identitário, cuja dignidade parece ter sido comprometida pelas recentes intervenções de demolição, surgidas após relatos, nomeadamente o do historiador Francesco Lovecchio.
Questionada por vários partidos, a administração reconstruiu o sucedido: «O único ato que foi apreciado pela parte política da instituição é a resolução da câmara municipal de 25 de fevereiro de 2020, aprovada por unanimidade, com a qual foi adotado o novo Regulamento da Polícia Mortuária».
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