Um bilhão quase redondo, para ser exato, 995,7 milhões. Tanto, traduzido em euros, valoriza o volume anual da exportação siciliana para os Estados Unidos: uma montanha de rotatividade que as empresas da ilha podiam ver pela metade se o aumento de tarefas em 30%, ameaçado ontem pelo presidente Trump nos bens provenientes da UE, se tornasse realidade. É a projeção, em escala regional, das estimativas desenvolvidas em nível nacional pelo novo relatório da CGIA di mestreque para toda a Itália, entre o grande aumento do protecionismo comercial, ventilado pelo magnata e a consequente desvalorização provável do dólar em relação à moeda européia única, hipótese de uma perda entre 30 e 45 bilhões em comparação com quase 65 anos, que seriam em comparação com a queda de 46 e 5% em comparação com o total.
Um abismo que também poderia aumentar, se a Sicília, em 2025, repetiu as performances de 2023, quando a rotatividade em direção aos estados atingiu 1 bilhão e 264 milhões.
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