O alerta já havia tocado em maio passado, por voz da mesma associação e com os dados projetados na década seguinte, mas agora os números fazem ainda mais barulho, porque “dispersados” em menos de cinco anos, daqui para 2029, quando na Sicília quase 174 mil trabalhadores perderão o recurso, com o maior vazio do setor público. É isso que emerge do último relatório da CGIA di Mestre, que na ilha, para ser exato, calcula uma escassez de 173.900 empregos, colocando a região em sétimo lugar em uma escala nacional no ranking especial e no segundo no sul, excedido apenas pela Campânia.
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