O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, pediu ajuda a Moscou, China e Irã no auge da crise com os Estados Unidos. O Washington Post afirma isso, segundo o qual Maduro escreveu uma carta ao presidente russo, Vladimir Putin, com alguns pedidos. Estas incluem uma atualização de radares defensivos, a reparação de aeronaves militares e, potencialmente, até de mísseis.
Segundo o Washington Post, o governo venezuelano também recorreu à China e ao Irão pedindo ajuda militar. Ao presidente chinês, Xi Jinping, Maduro propôs “cooperação militar” entre os dois países para combater a “escalada entre os Estados Unidos e a Venezuela”.
A notícia chega nas mesmas horas em que o Wall Street Journal publicou a notícia de que Donald Trump pensa atacar a Venezuela, acusada de “exportar drogas e criminosos” para os Estados Unidos. Notícia que o próprio Presidente negou. Na verdade, Donald Trump disse que não está a considerar ataques dentro da Venezuela, negando assim os rumores. Quando questionado se estava considerando tal ação, o presidente respondeu: “Não”.
De acordo com documentos analisados pelo Washington Post, o ministro venezuelano dos Transportes, Ramon Celestino Velasquez, pediu recentemente ao Irão um fornecimento de equipamento militar e drones, e planeou uma visita a Teerão. A Venezuela, disse ele aos seus homólogos iranianos, precisa de “equipamento de detecção passiva”, “bloqueadores de GPS” e “quase certamente drones com um alcance de mil quilómetros”. Não está claro nos documentos como o Irão respondeu.
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