Uma lenda que também faz chorar a Mantiqueira

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Uma lenda que também faz chorar a Mantiqueira

Muito se ouve falar da Serra da Mantiqueira. Afinal, são inúmeros os picos e montes que constituem seus maciços e montanhas, que chegam a altitudes de até 2.800 metros. Um dos mais famosos é o Pico das Agulhas Negras, em Itatiaia, com 2.791 metros de altura.

O que pouca gente sabe é a origem tupi-guarani do nome “Mantiqueira”. Para muitos, a palavra significa “serra que chora”, daí alguns de seus vales, como o de Santa Clara, no lado mineiro, serem também conhecidos como “berço das águas”.

Pesquisadora e autora de diversos livros sobre análise de discurso, a professora Eni Orlandi é também estudiosa das línguas indígenas. Ela é fundadora do Laboratório de Estudos da Linguagem, da Universidade de Campinas (Unicamp), e coordena o curso de Pós-Graduação em Ciências da Linguagem na Universidade do Vale do Rio Sapucaí (Univás), em Pouso Alegre, na Serra da Mantiqueira,

A professora conversou com a Porteira do Mato, durante o último Encontro de Estudos da Linguagem (Enelin 2015), realizado em Pouso Alegre. E ela contou o que aprendeu em suas pesquisas sobre a origem do nome desta Serra, que se espraia por cerca de 500 quilômetros de extensão, envolvendo três estados brasileiros: Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.

É uma lenda tupi-guarani das mais fascinantes. Com a palavra, a professora Eni Orlandi.

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