A reunião com o ministro Matteo Salvini e o Estreito de Messina sobre o estado da Ponte projectam o fio condutor da conferência de imprensa que o autarca Giusy Caminiti realizada ontem acompanhada por membros do conselho e pela maioria. Uma discussão que partiu da atualização do definitivo, aquele relatório do projetista que o Decreto Legislativo 35 considerou preparatório para o início do processo burocrático da Ponte.
Tomando emprestadas as palavras do ministro, Caminiti falou disto como um «momento de transição e não um ponto de partida», que será a aprovação do definitivo pelo Cipess, em junho, de acordo com o programa do MIT e do “Estreito de Messina” que o na próxima semana – disse Caminiti – «enviará os documentos à estrutura de missão do Ministério habilitada a abrir a Conferência de serviços de Avaliação de Impacto Ambiental: 60 dias de Conferência em que Villa e Messina terão que expressar uma opinião, obrigatória mas não vinculativo. Tabela para a qual o Município está a preparar com o trabalho da Comissão do Território e a próxima nomeação da comissão de estudo de profissionais que nos apoiarão na visão do projeto”.