Messina, Unime comemora formatura do primeiro estudante refugiado do projeto UNICORE

Uma emocionante sessão de formatura que decorreu esta manhã na Aula Magna do Departamento de Economia da Universidade de Messina. Para chegar à linha de chegada do Mestre em “Consultoria e gestão empresarial” foi o aluno que chegou com o primeiro corredor universitário aberto pela Universidade Peloritano que, através de seu Centro de Migrações, Integração Social e Comunicação Intercultural (CE.MI), participa no Projeto CORRIDORES UNIVERSITÁRIOS PARA REFUGIADOS (UNICORE). A Universidade não pode divulgar o seu nome e imagem para proteger a sua segurança, uma vez que D., como o chamaremos, já era refugiado na Etiópia e agora obteve protecção internacional também no nosso país. A Comissão de Graduação, presidida por Roberta Salomãoorientador do aluno, era formado por colegas Rosa Albanesi, Carlo Migliardo, Ferdinando Ofria, Francesco Lanuzza, Giuseppe Saija e Raffaella Coppolino.

Ela também se juntou para uma intervenção inicial Vice-reitora de cursos interculturais e plurilinguismo, Maria Grazia Sindonique em primeiro lugar agradeceu à Arquidiocese de Messina juntamente com a Fundação Migrantes, a Diaconia Valdense, a Comunidade de Sant’Egidio e a AXUM “porque oA conquista de hoje demonstra o valor da colaboração para promover a inclusão acadêmica e social de estudantes internacionais e incentiva o fortalecimento de boas práticas para um compromisso que retribua toda a comunidade”.
O projeto UNICORE, do qual é diretor científico da Universidade Fábio Ruggiano, é apoiado pela rede de parceiros locais activada pela Universidade de Messina, graças à qual os alunos “sentem a Universidade e a cidade de Messina como a sua casa” – como disse o aluno antes de iniciar a discussão da sua tese, entusiasmando o próprio tutor família, garantida pela Arquidiocese aos estudantes refugiados beneficiários do projeto, e a todos os demais operadores e amigos presentes -. Para o Dr. D. e votos de um futuro brilhante aos numerosos estudantes refugiados e requerentes de asilo já matriculados na Universidade de Messina.

Felipe Costa