Sinner-Alcaraz, a saga muda de estágio: muito final amanhã em Cincinnati. O equilíbrio no jejum

Já é uma das rivalidades mais fascinantes do tênis moderno, e cada novo capítulo promete.
Jannik Sinner (vitorioso em dois sets em Atmane com uma pontuação de 7-6/6-2) e Carlos Alcaraz (que na noite italiana venceu Zverev por 6-4/6-3) se encontra mais uma vez cara a cara, desta vez no concreto de Ohio para a final dos mestres 1000 de Cincinnati 2025.
Será o sexto desafio no jejum entre os dois fenômenos jovens, protagonistas de uma saga destinada a marcar uma era.

Os cinco anteriores

O primeiro cruzamento em quadra dura remonta a 18 de março de 2023, quando em Indian Wells foi o espanhol que conseguiu o melhor da semifinal com um 7-6 seco, 6-3.
Duas semanas depois, em 31 de março, chegou a vingança: Miami Sinner passou por Alcaraz em três sets, 6-4, 6-2, vencendo a final e venceu contra Medvedev.

O desafio retornou à Ásia no outono do mesmo ano, e para Pequim (3 de outubro de 2023) ainda era o sul do Tiroleano a se impor, desta vez em dois conjuntos claros, 7-6, 6-1, com um desempenho de nível muito alto.
Em 2024, no entanto, o roteiro mudou novamente: para os indianos (16 de março), era Alcaraz remontar, impondo 1-6, 6-3, 6-2 e reservando o título californiano.

O último precedente, datado de 2 de outubro de 2024, viu os dois candidatos se enfrentarem na final da China Open em Pequim: uma partida lutada, conquistada por Alcaraz por 7-5, 2-6, 6-3, que trouxe de volta a escala de rivalidade.

Em Cincinnati, o enxerto Capítulo

Cinco reuniões, Segurado Show e um equilíbrio que, no momento, vê Alcaraz à frente por 3-2 no cimento. Cincinnati, portanto, será a sexta batalha no jejum, mais um estágio de uma rivalidade que já deu o tênis celestial e promete escrever muitas páginas da história novamente.

Amanhã em Ohio, não será apenas uma final do Masters 1000: será outro capítulo do desafio que fascina o tênis mundial, o duelo destinado a marcar a nova era.

Felipe Costa