Quem disse que o combate às alterações climáticas só deveria partir das decisões dos grandes países? A Prefeitura da Cidade do Estreito quer fazer a sua parte. Como? Adotando ferramentas de planejamento urbano capazes de incentivar práticas virtuosas. E o PAESC é um deles. De facto, o Conselho adoptou o Plano de Acção para a Energia Sustentável e o Clima e activou o procedimento de verificação da elegibilidade para avaliação ambiental estratégica. Uma escolha que se insere num caminho mais complexo que vê o Município tomar posições por vezes até incómodas como a decisão de aderir ao pacto de consumo zero do terreno que efetivamente impede a construção de novos edifícios. Com esta filosofia que procura limitar o impacto da antropização com a consciência de que o risco das alterações climáticas exige planeamento.
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