Eleições administrativas em Messina, mais um adiamento do Partido Democrata. O nó do Selo está desatado hoje?

Tornou-se uma espécie de conclave, mas a fumaça branca é adiada dia após dia, com o risco de que, quando finalmente chegar, haja cada vez menos “fiéis” esperando por ela com o nariz empinado, na imaginária praça centro-esquerda. O fumo em questão estava agendado para ontem à noite, altura em que a liderança provincial do Partido Democrata deveria realizar-se electronicamente, às 21h30. Se é verdade, de facto, que ainda será a mesa regional do centro-esquerda a ratificar a decisão final, é igualmente verdade que, com a retirada da disponibilidade de Paolo Todaro após a paralisação imposta pelos dirigentes dos Avs, cabe ao Partido Democrata assumir plenamente o papel de “pivô” da coligação, e por isso indicar um nome único e definitivo.

Sim, mas qual? Um quebra-cabeça que se tornou terrivelmente complicado de resolver, dia após dia. Nas últimas 24 horas, a hipótese de chapa com a senadora Dafne Musolino também parece ter recuado, já que ela havia sido indicada como candidata a prefeita pelo líder siciliano da Casa Reformista, Davide Faraone. As discussões internas no Partido Democrata continuaram ao longo do dia, depois, à noite, a decisão de adiar tudo para hoje, às 14h30. Desta vez, ao que parece, para uma decisão definitiva, que ontem parecia estar a um passo (e de facto está), mas que necessita de mais passos para que possa amadurecer de uma vez por todas e, portanto, ser comunicada.

A lista de nomes é sempre a mesma: secretária-adjunta Maria Flávia Timbro, ex-deputada, ex-Artigo Primeiro, indicada em 2018 como vice-prefeita na chapa com o então candidato a prefeito do PD Antonio Saitta, atualmente a hipótese mais provável; os vereadores Antonella Russo e Alessandro Russo, cujas participações, porém, têm diminuído gradativamente.
A matéria completa está disponível nas edições impressa e digital

Felipe Costa