Maria Flávia Timbro-Dafne Musolino. Uma chapa feminina para uma centro-esquerda que, dilacerada por polémicas internas, tenta sair do vau e relançar-se face à delicada competição eleitoral em Messina. Hoje a questão deve ser definitivamente resolvida, mesmo que o condicional continue obrigatório, dado o que vem acontecendo há semanas dentro da coalizão, entre nomes propostos e queimados, estreitamentos repentinos do amplo campo e apelos à unidade. Com ironia, a ex-vereadora de Accorntino Daniele Ialacqua definiu a atual fase da centro-esquerda de Messina com um slogan: “Luta dura… sem pressa”.
O ex-parlamentar do Article One, que depois se mudou para o Partido Democrata após a reviravolta de Schlein, e atual vice-secretário provincial do Partido Democrata, seria o candidato a prefeito. Já em 2018 integrou chapa, como designada vice-prefeita, junto ao prof. Antonio Saitta candidato a prefeito.
Dafne Musolino, ex-vereadora do conselho De Luca e senadora que passou pelas fileiras do partido de Matteo Renzi, foi indicada pela vice-presidente nacional da Itália Viva Davide Faraone, que queria que ela fosse candidata a prefeita. Mas nestas últimas horas parece ter sido alcançado um acordo entre as várias componentes do centro-esquerda, com o Partido Democrático a manifestar a candidatura de Maria Flávia Timbro e o senador Musolino a apoiá-la na batalha eleitoral.
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