Venda da Amaco ao Consórcio, funcionários em estado de agitação em Cosenza

A crise infinita e o protesto sem fim. Quando a venda da empresa municipal Amaco (declarada falida) ao Consórcio Autolinee parecia poder dar nova vida a um sector que caíra no abismo, velhos problemas ressurgiram. E estes são problemas graves ligados ao futuro dos colaboradores. É por isso que os sindicatos escolheram a linha dura. Todos juntos, sem divisões. Filt-Cgil, Fit-Cisl, Uiltrasporti, Ugl-Autoferro, Orsa Tpl, Faisa-Cisal e Confail-Faisa, proclamaram formalmente o estado de agitação dos funcionários da empresa que terminou em liquidação judicial.

A incerteza quanto aos níveis de emprego reina nesta fase e os trabalhadores, suspensos há algum tempo, aguardam uma nova recolocação. Uma condição, a deles, que já se arrasta há algum tempo e que é ainda agravada pela falta de garantias adequadas quanto à continuidade do trabalho.
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Felipe Costa