Fiorentina-Inter 1-1
GOLS: 1º Esposito, 31º Ndour
FIORENTINA (4-1-4-1): De Gea 6,5; Dodo 6, Pongracic 5,5, Ranieri 5, Gosens 6; Feijão 6,5 (46º Comuzzo sv); Parisi 6 (23º Harrison 6), Ndour 6,5, Brescianini 6,5, Gudmundsson 5,5 (46º Fabbian); Kean 5,5 (40º Piccoli sv) No banco: Lezzerini, Christensen, Kouadio, Rugani, Balbo, Fazzini, Piccoli Treinador: Vanoli 6,5.
INTER (3-5-2): Verão 5,5; Bisseck 6, Akanji 6,5, Carlos Augusto 6 (1º Acerbi 6); Dumfries 6 (40º Luis Henrique sv.), Barella 6,5 (37º Susi sv), Calhanoglu 6,5 (23º Frattesi 6), Zielinski 6, Dimarco 6; Thuram 5,5 (23’s Bonny 5,5), P.Esposito 7 No banco: Martinez, Di Gennaro, Darmian, Maye, De Vrij, Diouf, Spinaccè. Treinador: Kolarov 5.5
ÁRBITRO: Colombo de Como 5.5
NOTAS: noite fria, terreno em excelente estado de conservação. Cupons emitidos: 22.335. Receita: 807.098 euros. Reservados: Brescianini, Ndour, Kean, Dimarco, Carlos Augusto, Barella. Escanteios: 5-3 para o Inter. Recuperação 1′ ponto, 4′ ponto.
Os líderes do campeonato abriram imediatamente o marcador, a Fiorentina não desistiu, recuperou-se e empatou. A partida de Franchi termina 1 a 1, aberta por Francesco Pio Esposito e fechada por Ndour num empate que deixa feliz o Milan que, a oito jornadas do fim, está de volta a -6 atrás do Inter e poderá voltar a cultivar os sonhos do Scudetto por pelo menos duas semanas. E o Nápoles está -7. É um ponto conquistado na corrida pela sobrevivência para De Gea e seus companheiros, ao mesmo tempo que é mais uma oportunidade perdida para o Inter que, pela terceira partida consecutiva, não consegue vencer. Nem houve tempo de registrar as formas de jogo dos dois times antes que os convidados assumissem a liderança. 41″ foi o suficiente para Pio Esposito cabecear um cruzamento da direita de Barella e surpreender toda a defesa da casa. A Fiorentina passou os primeiros 15 minutos quase em estado de choque, sendo dominada no meio-campo pelos nerazzurri que encontraram novamente os pés elegantes e a sabedoria de Calhanoglu. Não é por acaso que o Inter viu pela primeira vez o segundo gol de Barella anulado por impedimento e que Pio Esposito novamente esteve perto de marcar seu duplo pessoal aos 19 ‘por sugestão de Dumfries. Aos poucos, os Gigliati saem da concha, também porque a qualidade de Fagioli aumenta, mas os toscanos pagam pela noite chuvosa de Kean que, principalmente aos 29 minutos, não consegue marcar a meio metro do gol para vencer após cruzamento de Brescianini servido por Parisi.
Kean já havia cometido um erro na frente do gol após assistência de Gosens aos 6 minutos, enquanto o cabeceamento de Gudmundsson também saiu aos 21 minutos. A segunda parte é uma batalha de nervos, com jogo muito fragmentado e poucas oportunidades de golo pelo menos na primeira parte, com Acerbi a assumir Carlos Augusto após o intervalo, mas com Kolorov (no banco no lugar de Chivu) que pensa muito antes de mudar qualquer coisa. Ele faz isso aos 68 minutos, quando coloca Frattesi e Bonny no lugar de Calhanoglu e Thuram, este último em mais uma atuação incolor em sua temporada. Um remate de Ndour aos 71 minutos testou os reflexos de Sommer. Foi Ndour quem compensou, 5′ depois, ao receber um curto alívio de Sommer após o chute inicial de Gudmundsson, marcando o gol de 1-1. Na final as chances de sucesso são mais para a Fiorentina do que para o Inter, com Gudmundsson primeiro e Harrison depois, mesmo que seja necessário um reflexo de De Gea sobre Pio Esposito com o tempo expirado para salvar o ponto. No final são só os torcedores do Viola que estão festejando.