A clara vitória do “Não” na área urbana remotivou o centro-esquerda. E o maior partido no “campo amplo” está tentando reorganizar suas fileiras.
O secretário provincial, Matteo Lettieri, renunciou nas mãos do coordenador regional, Nicola Irto, e um sucessor deverá ser designado nas próximas semanas.
Gostaria de um sucessor que pudesse ser indicado pela assembleia democrata como parte do partido. Alguns, no entanto, argumentam que um comissário poderia ser nomeado para testar esta fase delicada. Na província de Cosenza votamos em municípios importantes como Castrovillari e San Giovanni in Fiore e a nomeação às urnas não pode ser subestimada, nem podemos correr o risco de chegar lá com uma formação política dividida. A derrota sofrida nas eleições provinciais, com a eleição do prefeito de Montalto, Biagio Faragalli em detrimento do prefeito de Bruzio, Franz Caruso, ainda dói.
O “amplo campo” que lidera a capital ainda tem de lidar com uma fractura latente nas relações com a Aliança Verde-Esquerda. Ferdinando Pignataro, líder regional da Esquerda italiana, assumiu uma posição crítica nas consultas convocadas para eleger o presidente do órgão intermédio e as relações com o Partido Democrata não melhoraram nas últimas semanas. Além disso, a Avs não tem representação no executivo municipal de Cosenza. Tendo em vista as eleições autárquicas de Maio, a linha de contacto entre as duas forças políticas deverá ser restabelecida. Não só isso: o espectro de possíveis eleições nacionais antecipadas leva muitos a acreditar que o centro-esquerda deve estar preparado e, acima de tudo, unido.
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