No final de 2025, segundo o Istat, Messina registava 216.458 habitantes, quase mil a menos que no ano anterior. No entanto, se tivermos em conta os dados do Gabinete de Estatística do Município, que se baseiam em diferentes metodologias de cálculo, os habitantes são de aproximadamente 220 mil (valor actualizado até Outubro passado). A substância é que o inverno demográfico da cidade é um dos temas desta campanha eleitoral e, como muitas vezes acontece, é abordado e interpretado de forma diferente, dependendo dos pontos de observação. Na verdade, o próprio Gabinete de Estatística do Palazzo Zanca explicou, no seu relatório anual publicado no outono passado, que na realidade o problema de Messina não é (pelo menos não exclusivamente e já não predominantemente) quantos estão a partir, porque o saldo migratório – ou seja, a diferença entre quem chega e quem emigra – no último ano estatístico, 2024, foi mesmo positivo, com um “mais” de 431. O problema é que já não têm filhos, não o suficiente para compensar as perdas e mortes. E os últimos dados, que publicamos há poucos dias, parecem ser uma dolorosa confirmação: 1.664 crianças nasceram em Messina em 2025, 6,7% menos que as 1.783 de 2024.
As “receitas”? Basile e De Luca apresentam duas listas “abaixo”, Scurria quer um departamento no modelo do ministério Meloniano.
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