O Teatro Auditório Unical de Rende acolherá nos dias 9 e 10 de maio de 2026 a VII edição do Prémio de Dança da Calábria “Tina Adamo”, um evento que se confirma como um dos mais prestigiados do panorama terpsicoreano nacional, capaz de atrair escolas, coreógrafos e jovens talentos de toda a Itália.
Um prêmio em nome da memória
O Prémio é dedicado a Tina Adamo, figura querida que deixou uma marca profunda na dança calabresa e na formação de gerações inteiras de estudantes. Tendo desaparecido prematuramente, representa hoje uma referência para o crescimento artístico dos jovens.
A direção artística está a cargo de Ilaria Dima, protagonista da dança calabresa há quarenta anos, enquanto a organização geral fica a cargo de Antonio De Luca.
Programa e prêmios
A VII edição terá início oficial no domingo, 10 de maio, às 11h30, apresentada por Andrea De Iacovo. Uma edição com valor simbólico, coincidente com o Dia da Mãe, aniversário que relembra a história pessoal de Tina Adamo.
Durante os dois dias serão atribuídas bolsas de estudo aos jovens mais merecedores de acesso a importantes academias europeias, bem como um prémio monetário de 500 euros para a melhor escola participante.
Entre os momentos mais esperados, o Lifetime Achievement Award, já atribuído no passado a personalidades como Mia Molinari, Gaetano Posterino, Claudia Zaccari e Joy Womack. O nome do próximo vencedor permanece confidencial.
Organização e suporte
A organização conta com uma equipa composta por Alessandro Ruffo, Giusy Iantorno, Valentina Cameriere, Espedito Sangermano e Rossella De Luca, envolvidos na gestão da recepção e logística. A imagem e a comunicação são tratadas pela QIQA de Francesca Barbieri.
Os organizadores sublinham a importância de valorizar o trabalho dos jovens e do grupo organizador, destacando o apoio da Câmara Municipal de Montalto Uffugo, do autarca Biagio Faragalli e do vereador Silvio Ranieri, bem como o contributo do patrocinador oficial “Masseria del Buon Gusto”.
O Prémio Danza Calabria confirma-se assim não só como uma competição, mas como um espaço de crescimento e comparação, uma ponte entre o território e as principais realidades da dança europeia.