Encontro inusitado entre o patrono da Reggina, Nino Ballarino, e a imprensa na manhã de domingo. Poucas horas antes do último dia do campeonato, o acionista majoritário do clube conversou com o presidente Virgilio Minniti ao seu lado. Uma passagem sobre o caso Messina é inevitável. No sábado os Amaranths viram o seu pedido cautelar de bloqueio do torneio rejeitado. A audiência está marcada para 12 de maio.
“Temos a prova porque recebemos um pacote nos últimos dias” esclareceu Ballarino, sublinhando que os órgãos competentes farão as suas avaliações. As dúvidas sobre Messina surgem da possibilidade de os documentos cadastrais ou cartões de sócio serem assinados por dirigentes inibidos.
Com um ambiente contestado, falou-se também numa possível mudança de propriedade da Reggina. “Estamos vendendo as nossas ações a 0”, admitiu Ballarino, dando a entender que isso não significa que a venda do clube ocorreria sem um desembolso do potencial comprador pelo valor da empresa.
Ballarino não respondeu à presença de negociações em curso, destacando que isso também se enquadraria na necessidade de não violar quaisquer acordos de confidencialidade. Em Reggio Calabria o clima poderá agravar-se nas próximas semanas. “Estou pronto – admitiu Ballarino – para dar um passo para trás ou para o lado. No momento, se Minniti e eu nos cansamos, isso se torna um problema. Espero não me cansar”.
Reggina foi a candidata a vencer este campeonato da Série D. “Acredito – admitiu Ballarino – que só cometi um erro. No final do campeonato 2024-2025 não estávamos convencidos de confirmar Trocini.