Um cachalote com cerca de quinze metros foi avistado, já sem vida, à deriva e em avançado estado de decomposição, por alguns velejadores ao largo da ilha de Salina, no mar Eólio.
Feito o relatório, acompanhado de um vídeo, iniciou-se a investigação que envolveu a Autoridade Marítima e os voluntários das associações que se ocupam da protecção e salvaguarda da ictiofauna da ilha, em primeiro lugar, a conservação da vida selvagem de Filicudi que, nos últimos tempos, tem fotografado, identificado e registado vários cachalotes em trânsito nas águas Eólias.
Foi renovado o apelo a todos os que navegam no arquipélago para que reportem um novo avistamento e forneçam as coordenadas para facilitar a identificação. A recuperação permitirá identificar as causas que levaram à morte do grande cetáceo.