“Sobre a reabilitação dos bairros de lata de Messina, antes mesmo de falar dos recursos a integrar, são necessários compromissos precisos por parte do governo nacional: uma dotação financeira adequada e a extensão dos poderes especiais do comissário extraordinário até 2028”. Assim é Tommaso Calderone, presidente da Comissão bicameral para a insularidade.
“Esta manhã tive uma conversa com o presidente da Região da Sicília e comissário extraordinário, Renato Schifani, a quem agradeço a atenção e o empenho que está a dedicar a esta matéria. O presidente já iniciou discussões ao mais alto nível com o governo nacional e está a trabalhar para garantir, também através de recursos regionais, a continuação do processo de recuperação iniciado em 2021 com a lei Carfagna”, explica.
“Agora é necessário que o Estado também cumpra plenamente o seu papel. A dimensão da intervenção exige recursos adequados e, sobretudo, a continuidade dos poderes do comissário até à conclusão do processo. No que me diz respeito, mesmo na minha qualidade de presidente da Comissão bicameral para a insularidade, apoiarei com convicção a iniciativa do Presidente Schifani. Devemos isso aos milhares de pessoas que ainda hoje vivem em condições de graves dificuldades e às muitas famílias que continuam a viver sob o amianto coberturas”, explica Calderone. “É um desafio que preocupa Messina, mas que põe em causa a responsabilidade do Estado. Isto requer recursos, poderes e determinados tempos. E continuarei a fazer a minha parte nisso”.