A cara energia invade as casas dos calabreses. Tanque cheio, gás e luz: aí vem o golpe

Em seis meses de tensões no Golfo, a forma como encaramos o futuro mudou. Nosso modo de viver, de gastar e até de ter medo ficou diferente. O bloqueio de Ormuz deixou marcas profundas na economia internacional e o seu longo rasto estende-se aos orçamentos das famílias e das empresas. A Itália está a sofrer, a abrandar, a tentar resistir enquanto a pressão sobre os preços da energia, do gás e dos combustíveis volta a ser sentida com uma força não vista há décadas. Depois do verão, o risco é que a conta fique ainda mais pesada. Muitas famílias já enfrentam a necessidade de sobreviver reduzindo o supérfluo e tentando manter unidas despesas cada vez mais difíceis de comprimir: casa, filhos, trabalho, saúde. Porque em alguns itens você não pode simplesmente optar por gastar menos.
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Felipe Costa