A Província de Cosenza está prestes a atravessar as dunas de um complicado dimensionamento escolar que, seja como for, gerará desigualdades sociais em comparação com o resto da Itália. Roma forçou a Calábria a renunciar a 79 presidências e a Região ordenou o corte de 29 autonomias na área de Cosentino. Uma seleção que teve que enfrentar as diversas questões críticas de um imenso território em meio aos protestos de prefeitos, diretores, estudantes e sindicalistas. E depois da aprovação da resolução do Conselho, chegaram as conclusões da Região. Uma série de disputas sobre as escolhas feitas e os métodos adotados para a elaboração do novo mapa escolar na área de Cosentino. Observações e constatações que o gestor do setor de Educação e Direito à Educação de Catanzaro enviou à Província. Mas de Cosenza nos últimos dias o presidente Rosaria Sucurroo gerente da área, Giovanni De Rosa e o funcionário responsável, Francisco Falcone, elaboraram e enviaram à Região uma densa lista de contra-argumentos, explicações de cada uma das escolhas que pareciam não cumprir, no todo ou em parte, as orientações regionais. Mas, em última análise, é o método que marca as diferenças entre os dois conceitos de dimensionamento.
Felipe Costa
Felipe Costa é um apaixonado pela cultura e natureza brasileira, com uma ampla experiência em jornalismo ambiental e cultural. Com uma carreira que abrange mais de uma década, Felipe já visitou todos os cantos do Brasil trazendo histórias e revelações inéditas sobre a natureza incrível e a rica cultura que compõem este país maravilhoso.