A morte de Gregorio Totaro, de 83 anos, em Messina: o Ministério Público abre uma investigação de assassinato

É uma verdadeira reviravolta. Quando a família já pensava no funeral, tudo mudou. O Ministério Público está a investigar a morte de Gregorio Totaro, de 83 anos, por suspeita de homicídio, o reformado cujos vestígios se perderam no dia 23 de janeiro depois de ter saído de casa para ir ao médico, cujo corpo foi encontrado no dia seguinte perto dos trilhos da linha ferroviária Messina-Catania, no troço entre as estações de Mili e Tremestieri, numa zona muito inacessível.
A procuradora Maria Di Mulo enviou, de facto, aos irmãos do homem um aviso de atribuição a um consultor para as clássicas “verificações técnicas irrepetíveis”, que serão realizadas nos próximos dias. E os familiares de Totaro, dois irmãos e uma irmã, ainda abalados com este caso, recorreram ao advogado Filippo Pagano para ser representado perante o procurador Di Mulo para a atribuição da missão.
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Felipe Costa