«A análise proposta nas páginas do Gazeta do Sul capta claramente um ponto essencial: o ponto fraco continua a ser a acessibilidade. E é uma avaliação com a qual, como técnicos do sistema ferroviário, só podemos concordar.” É o que diz o engenheiro Giuseppe Andrea Maiolo, presidente da secção da Calábria do Colégio Italiano de Engenheiros Ferroviários, para quem «o crescimento do tráfego aeroportuário e as perspectivas de desenvolvimento da zona do Estreito correm o risco de ser limitados não pela falta de procura, mas por uma infra-estrutura de ligação ainda inadequada face aos padrões exigidos por um moderno sistema de mobilidade integrado».
A matéria completa está disponível nas edições impressa e digital