Capo d’Orlando, embate entre condôminos e Iacp: acusações mútuas sobre desperdício

Não há paz entre os condóminos dos edifícios do Iacp no bairro de Santa Lúcia e o Istituto Autonomo Housing Popolari de Messina que os acusa do uso indevido da canalização de esgoto. Um uso indevido que faria com que o esgoto deixasse de fluir nos poços, onde estão instaladas as grades que filtram os resíduos enviados para a fossa séptica e, portanto, emergências de saúde e higiene devido ao seu transbordamento para o exterior.
Por outro lado, os condôminos (são 32 apartamentos) apontam o dedo para a insuficiência estrutural das grades, que dizem serem muito estreitas, a ponto de bloquearem até mesmo uma descarga normal de esgoto, e se recusam a aceitar o convite do Iacp para cobrir os custos da limpeza. ​
A IACP, por sua vez, foi categórica: se a bomba elevatória entupir por uso indevido do duto, a entidade não terá culpa.
Na nota enviada pelo Instituto aos condóminos lemos que «da investigação efectuada e dos resultados fotográficos constatou-se que a referida fossa de esgoto se encontra bloqueada por panos de loiça, sacos de plástico, material látex, invólucros de alumínio etc.». A consequência é clara: os cessionários terão de pagar a totalidade dos custos de limpeza e reparação.
A comunicação também foi enviada ao Município de Orlandino que escreveu ao Instituto solicitando a intervenção de recuperação. Tudo isso enquanto chegava a notícia de que as necessidades relacionadas à bomba elevatória poderiam em breve ser uma lembrança.
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Felipe Costa