Cosenza com hábito de pôquer e Ricciardi é o curinga de Buscè

A terceira vitória em casa por 4-1 permitiu ao Cosenza voltar a sorrir depois da forte desilusão causada pelo empate em Altamura há nove dias. Casarano, como esperado na véspera, mostrou-se um adversário mal-humorado. As armadilhas de que as proporções do placar final são imperceptíveis para quem não viu a partida do “Marulla”. Buscè recorreu aos seus tenores e também a Achour e Cannavò para resolver o puzzle proposto pelo ex-Di Bari, treinador adversário.
O Cosenza, em comparação com outras épocas, exibiu uma gestão de liderança mais madura. Os rossoblù souberam sofrer, cedendo metros e campo aos rivais, que foram punidos duas vezes no contra-ataque nos minutos finais. No momento mais delicado da partida, Buscè fez duas jogadas corajosas: mudou o plano tático, passando para o 3-5-2, tirando da disputa seus quatro melhores homens (Garritano, Ricciardi, Mazzocchi e Florenzi). Através dos jogadores alternativos, em primeiro lugar, aumentou a densidade dentro da sua grande área, obstruindo os espaços para Casarano, obrigado a jogar do lado de fora, quebrando-se diante de uma parede ao enviar a bola nos últimos dezasseis metros. Ele também deu mais agilidade ao meio-campo com a entrada de Contiliano; por fim, renovou o setor ofensivo para explorar os espaços oferecidos pelo alto centro de gravidade do Salento.
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Felipe Costa