Crotone come as mãos: empate e muitos arrependimentos (pênalti perdido) em Bari

MONOPÓLIOS-CROTONE 2-2
ARTILHEIROS: 14’pt Zunno, 31’pt Olivieri, 37’pt Musso, 19’pt Cerretti.
MONOPÓLIOS (3-5-2): Tommasi 7; Valenti 5, Pucino 5,5, Colombara 5,5; Cerretti 7, Scipioni 5,5 (16º Calcagni 6), Battocchio 6, Garritano 6 (1º Cortinovis 6), Olivieri 7 (16º Sardo 6,5); Capone 5,5 (43º Bernardotto sv), Vido 5,5 (1º outono 6). Todos. Colombo 6.
CROTONE (4-3-3): Merelli 5; Andreoni 6, Armini 5,5, Tanco 6, Veltri 6; Crapisto 6,5, Grosso 6,5 (42º Bashi sv), Barcella 6 (36º Russo D. sv); Brignola 5,5 (23º Tordini 6), Musso 5,5 (36º Ruggiero sv), Zunno 7 (42º Rodriguez sv). Todos. Grego 6.5.
ÁRBITRO: Ambrosino de Torre del Greco 5.
Nota: 1′ silêncio observado para passagem de Sandro Mazzola. Reservado: Veltri, Tanco. Cantos: 5-3. Rec.: 2’pt, 5’st

O Crotone desperdiça a grande oportunidade de vencer: no “San Nicola” de Bari frente ao Monopoli termina 2-2 depois de um jogo em que os Sharks avançam duas vezes e também falham o pênalti para um possível 3-1. A vantagem chega aos 14 minutos: Crapisto verticaliza para Zunno, que entra na área e ultrapassa Tommasi. Olivieri empatou de cabeça aos 31 minutos, mas 6′ depois Musso colocou os rossoblù em vantagem ao aproveitar uma bola que permaneceu viva após a intervenção de Colombara.

No segundo tempo o Crotone continua criando. Musso primeiro encontra o fechamento de Valenti, depois de pênalti tem o pênalti ganho por Zunno rejeitado por Tommasi. Aos 64 minutos tudo muda: Merelli erra a saída e Cerretti faz o 2-2 à queima-roupa. Na final, outro episódio pesado: Valenti intervém em Zunno na área, mas Ambrosino deixa passar e confirma a escolha mesmo após revisão do Fvs. Para a equipe de Greco fica o arrependimento de uma partida construída para vencer e não fechada quando teve oportunidade.

Felipe Costa