REGGINA-ATLETIC PALERMO 2-3
Artilheiros: 23′ Pellicanò, 46′ Mazzotta, 19′ Edera, 23′ Micoli, 25′ Zalazar
Reggina: Suma 6; Palumbo 5, D. Girasole 4.5, Adejo 4.5 Gatto 5 (30′ Distratto sv); Mungo 5, Barilla 5 (17º Salandria 5); Edera 5,5, Di Grazia 5 (31º Correnti 4,5), Porcino 5 (30’st Grillo sv); Pellicano 6 (30′ Ferraro). Treinador Sorci (Torrisi) 4
Atlético Palermo: Bitzinis 6; Rampulla 6,5 (36’st Mori sv), Crivello 6,5, Sanchez 6,5, Mazzotta 7; Lores Varela 6,5 (31′ Anzelmo sv), Maurino 6,5, Bova 6 (12′ Faccetti 6,5); Bonfiglio 7 (43’st Bongiovanni sv); Zalazar 7, Micoli 7 (50’st Matera sv). Todos.: Ferraro 7
Árbitro: Vincenzi do Bolonha 6
Notas: Marcado: Barilla, D. Girasole, Correnti, Adejo, Mungo, Fatcetti, Gatto, Palumbo Escanteio: 5-3 Tempo de recuperação: 4′ e 6′; 3.473 dos quais 2 convidados
Desastre de Reggina. Amaranto esteve duas vezes à frente do Athletic Palermo, recuperando duas vezes até o empate final em 2-3. Mais uma atuação constrangedora da equipe do Estreito vale a sexta derrota em doze jogos e agora temos que olhar por cima dos ombros para o ponto mais baixo da história do Amaranth.
Pouco ou nada há a poupar na atuação oferecida pela equipe de Torrisi. Um pouco de dinamismo em campo e um bom jogo ofensivo não foram suficientes para evitar mais uma má impressão, causada por muitos erros defensivos e uma organização de jogo totalmente inadequada.
A ilusão foi o cabeceamento de Pellicanò (cruzamento de Barilla), para um primeiro golo frustrado pelo golo de Mazzotta no final da primeira parte. Um empate merecido tendo em conta as muitas oportunidades desperdiçadas pelos sicilianos.
Esperava-se que Reggina atacasse no segundo tempo, mas em vez disso vimos uma equipe ainda incapaz de dominar o jogo e produzir oportunidades de gol de forma consistente. A nova vantagem foi gerada por uma grande jogada de Edera: vinte metros correndo movimentando-se pela direita e pela esquerda e canhoto de vinte metros para o canto mais distante.
A ilusão durou poucos minutos, porque Micoli e Salazar, aproveitando os buracos defensivos do amaranto, marcaram os golos da reviravolta. A mais de vinte minutos do fim também teria havido tempo para tentar a recuperação, mas o feito não estava nas cartas desta Reggina.