Não apenas o Pnrr: a Calábria também leva em conta o FEDER e o FSE+. Os fundos europeus em destaque, com a dupla face da moeda dos recursos que se transformaram em obras e serviços, por um lado, e de projetos que nunca foram iniciados, por outro. E se no Plano Nacional de Recuperação e Resiliência o último dossiê do Serviço de Estudos da Câmara e do Senado coloca as autoridades locais da Calábria na retaguarda com 15,6% dos projetos concluídos (de 6,2 mil milhões), a partir de 31 de julho de 2026 o Programa Regional de Fundos Comunitários 2021-2027 certifica 2.785 operações selecionadas, por um custo total elegível de 1,57 mil milhões de euros, contra uma dotação de financiamento global de aproximadamente 2,96 mil milhões de euros.
Os dados, a preto e branco, provêm do inquérito periódico publicado no portal “Calabria Europa” e dizem respeito aos recursos do FEDER e do FSE+, os dois fundos através dos quais a programação dos recursos comunitários é implementada pela Região. A síntese é que o valor das operações em curso corresponde a 53% da dotação financeira: o FEDER, contra uma dotação de 2,307 mil milhões, destaca 1.404 operações selecionadas por 1,265 mil milhões de euros; o FSE+, estável em 654,6 milhões, borbulhou 1.381 operações por 305 milhões. A maior “fatia” do bolo, para o FEDER, assume a forma da prioridade 1 (Calábria mais competitiva e inteligente) que atinge 766 operações selecionadas por 413,9 milhões de euros, enquanto para o FSE+ é constituída por “oportunidades de emprego” com 988 operações selecionadas num total de 92,7 milhões.
A matéria completa está disponível nas edições impressa e digital