“Não há palavras para ver isso o Instituto de Criminologia de Vibo nada mais é do que um lugar politizado em que o denominador comum não é apenas a discriminação, mas também o privilégio dos expoentes políticos que nela desempenham um papel. Se não for clientelismo, e da pior espécie, isto…Talvez haja mesmo um termo para julgar o cartaz de um evento organizado por esta organização em colaboração com sindicatos do sector da segurança e marcado para o próximo dia 19 de Abril: vergonhoso” .
É o que escreve em nota o advogado Francesco Muzzoppappa, candidato a prefeito da zona Centro nas próximas eleições administrativas de Vibo Valentia, nos dias 8 e 9 de junho.
“Lá discriminação a que me refiro foi implementada de forma astuta e consciente contra um grupo político, aquele que tenho a honra de liderar, concorrendo às eleições municipais da cidade de Vibo, que, ao contrário dos outros, tem maiores chances de vitória, entre outras coisas já no primeiro turno. Ao contrário dos candidatos a prefeito e expoentes de centro-direita e centro-esquerda presentes no cartaz, nem o abaixo-assinado, como candidato a prefeito de Vibo, nem nenhum dos representantes da coalizão de centro, está entre os oradores e isto, por si só, representa um facto gravíssimo que põe em causa o direito da igualdade de condições que o Instituto demonstra desconhecer ou, pior, violar deliberadamente. Seria interessante saber o que o Ministro da Educação Valditara pensa de tudo isto e se não pensa intervir pedindo a demissão com efeitos imediatos do reitor do Instituto de Criminologia que, francamente, está a lutar bastante para define Magnifico que, para dar tom de credibilidade e profundidade ao evento, enganou as organizações sindicais, vítimas involuntárias deste sistema de clientelismo, com a falsa promessa de resolver o problema da segurança. Por isso pedirei a intervenção do ministro através da delegação calabresa da nossa área política que inclui também uma fiscalização no Instituto que goza do favor de ter as instalações gratuitas do Município. Um privilégio que desaparecerá caso eu seja eleito prefeito porque é justo que não haja filhos nem enteados. Em segundo lugar, curiosamente, entre as figuras chamadas a intervir há duas que atuam nesta realidade universitária, a primeira como professor, a segunda como oficial de comunicação, que não são outros senão um vereador da minoria do Município de Vibo, que não só se vangloria de símbolos partidários que não possui, mas que demonstrou não reconhecer o termo coerência, e o coordenador provincial de um partido que em Vibo Valentia, como me disseram, nem sequer é capaz de fechar o processo eleitoral lista. Lembro-me – conclui Muzzopappa – que há poucos dias denunciei uma série de manobras pouco claras que tendiam a danificar o pólo central e que, olhando mais de perto, continuam a ser implementadas por aquelas mãozinhas escondidas nos bastidores que pensam eles estão nos enfraquecendo, mas em vez disso não só demonstram toda a sua falta de jeito, mas acabarão tendo exatamente o efeito oposto, porque o povo de Vibo já entendeu há algum tempo, e agora ainda mais aqueles que pescam em águas turbulentas e aqueles que, em vez disso, nós , colocar em cima da mesa princípios inspirados para a transparência e a legalidade. Princípios que levarão o pólo centrista à vitória e estes à derrota ruinosa”.