Sete em cada dez peixes que os consumidores encontram nas peixarias vêm de outros mares e não daqueles da Sicília. Pelo menos metade da frota pesqueira das Ilhas Eólias, onde o espadarte, o atum e o atum voador representavam outrora um ponto forte da actividade e da economia das ilhas, foi desmantelada e desmantelada e a que ficou na água está em grave crise devido ao combustível caro e à falta de espaços de armazenamento adequados. Destaque para Lipari sobre problemas de pesca.
Na conferência organizada pelo Município, que contou com o apoio da Região da Sicília e a supervisão organizacional do Benefício Alda Plus, surgiram dados significativos.
Os representantes dos pescadores deram o grito de alarme, desde o presidente regional da Fedagripesca Sicilia Nino Accept ao presidente da pequena cooperativa de pesca das Eólias, Giuseppe Spinella. O índice apontou contra os encerramentos biológicos da pesca do atum que não só impedem os Eólios de capturar atum, mas provocam uma proliferação desse tipo de peixe que acaba por prejudicar outras espécies. Matteo Salin, cientista da computação, apresentou uma aplicação sobre pesca e sabor sustentável nas Ilhas Eólias que se torna uma bússola para viajantes entre peixes e receitas eólias.
Presentes entre outros o prefeito Riccardo Gullo que convidou os pescadores a traçar um caminho comum e Dom Bruno Bignami diretor do apostolado do Mar.