2026 nasce dos fragmentos de um ano que o Istat enviou para a reforma em sinal de uma inflação média nacional aparentemente moderada: +1,5%. Um valor que, lido de Roma para cima, parece sugerir uma trégua nos aumentos de preços. Mas assim que o olhar desce ao longo da Península, a Itália desmorona e a Calábria surge como um dos lugares onde o custo de vida atingiu com maior intensidade. Em 2025 a região ficará em segundo lugar, com +1,9%, a par do Trentino Alto Adige, atrás apenas da Puglia, que fechou os últimos doze meses com +2,1%, o valor mais elevado de sempre. É uma fotografia que surpreende apenas quem olha o país com mapas antigos. O aumento dos preços já não acompanha a riqueza, mas ocorre, sobretudo, onde as fontes de rendimento são mais frágeis e os serviços custam mais.
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