Lamezia, o enigma do défice orçamental entre medos e estratégias de contenção

Não há notícias particulares sobre o caso das “contas” do Município de Lamezia Terme, uma disputa que envolve partidos políticos, administradores actuais e passados: a sensação é quase a de um cão a perseguir o rabo, pelo menos se ouvirmos os contínuos pedidos de clareza de vários quadrantes que, evidentemente, ainda não receberam uma resposta satisfatória. Nem mesmo, em parte, foi a do ex-prefeito Paolo Mascaro, pelo menos no que diz respeito ao vereador do PD Gennarino Masi que ainda ontem anunciou que iria propor ao Conselho uma comissão de inquérito ao famoso défice.
«A resolução do Tribunal de Contas de Fevereiro passado – que aprovou o plano de reequilíbrio após dez anos – conta outra história, que parte da estrutura do plano adoptado em 2013, readotado em 2014 e depois remodulado várias vezes pela administração Mascaro» declarou Masi sobre a gestão administrativa dos últimos anos, enquanto na recente resolução do Conselho de Murone receia-se que possa não ser suficiente «para dar uma solução às constatações estruturais destacadas pelo Tribunal».
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Felipe Costa