Macron junto com os “dispostos” no Eliseu: “Em Hormuz pedimos uma abertura imediata e completa”

“Esta reunião permite-nos enviar uma mensagem simples: exigimos a abertura completa, imediata e incondicional do Estreito de Ormuz por todas as partes. Exigimos o restabelecimento das condições de livre passagem em vigor antes da guerra e exigimos total respeito pelo direito do mar”. Assim o presidente francês, Emmanuel Macron, no final da reunião da coligação Volenterosi em Paris. “Nos opomos a qualquer tipo de restrição que corresponda efetivamente a uma tentativa de privatização do Estreito e nos opomos a qualquer pagamento”, reiterou. “Trabalhamos em estreita colaboração com armadores, seguradoras e outros profissionais marítimos para lhes dar a oportunidade de compreender quando o tráfego pode ser retomado”, acrescentou. “A mensagem de hoje é uma mensagem de esperança, mas também de unidade: os europeus estão ao lado dos países do Golfo” para “garantir que o direito internacional e a liberdade de navegação sejam respeitados”.

Starmer: “A reabertura de Ormuz é duradoura”

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, “saúdou” o anúncio da reabertura do Estreito de Ormuz, mas também pediu cautela. “Devemos garantir que a reabertura seja duradoura e viável”, afirmou em declarações à imprensa após a reunião dos interessados ​​hoje em Paris, com o presidente francês Emmanuel Macron, o primeiro-ministro Giorgia Meloni e o chanceler alemão Friedrich Merz. Daí a necessidade de uma missão internacional, que foi discutida no encontro na capital francesa, com a participação de 49 países.

Felipe Costa