As máfias controlam os territórios, monitoram áreas, guarnecem-nos, constroem locais secretos. Contudo, “eles exercem um controle real sobre os corpos”. É o pressuposto a partir do qual a activista de Reggio Celeste Costantino parte em “Predatori”, cujo subtítulo é “Sexo e violência na máfia”, na certeza de que conhecer a sexualidade do crime organizado, que não tem códigos de honra, como é esclarecido no livro, significa ter uma lente privilegiada para descobrir os seus pontos fracos e identificar as suas fragilidades. O autor, ex-deputado do Sel, vice-presidente da Fundação “Una Quale Centomila”, investiga com rigor o emaranhado de assédio (e abuso de menores), exploração sexual e violação, indicando também uma relação precisa entre a cultura patriarcal e a máfia.
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