Primeiras “notícias”: a Calábria voltará a ter seu próprio conselheiro de saúde após 17 anos. Muito provavelmente será o próprio presidente Roberto Occhiuto, que manterá para si a delegação (ou, no máximo, a compartilhará com um subsecretário de confiança) no setor mais importante sobre o qual a Região tem competência. Esta é a primeira consequência direta após a decisão do governo Meloni de pôr fim – 16 anos após o seu início – à comissária de saúde nesta região. Portanto, a política está mais uma vez assumindo as suas responsabilidades depois de anos em que todos entre parlamentares e conselheiros regionais – de direita e de esquerda – usaram o álibi de escolhas feitas de cima. A partir de agora não haverá mais “ecrãs” e a actual maioria de centro-direita – sem prejuízo dos constrangimentos determinados pelo plano de regresso renegociado na capital – terá carta branca na gestão dos hospitais e das empresas de saúde.
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