A Ordem dos Arquitetos decidiu intervir naquilo que o seu presidente, Giovanni Lazzari, define como a «muito delicada operação “Zanklon”», ou seja, o projeto de novos investimentos imobiliários financiados com fundos do Pnrr destinados à construção de residências estudantis externas. «Dado que qualquer iniciativa que envolva financiamento privado, a par do financiamento público, é sempre desejável – assim começa o documento elaborado pelo Conselho da Ordem -, na actual circunstância, porém, há mais do que o receio de que, como aconteceu no passado no nosso território, os interesses de alguns acabem por prevalecer sobre os da comunidade. Sem entrar no mérito do projecto arquitectónico e na falta de disponibilização de camas para estudantes universitários não residentes, relativamente à qual esperamos um planeamento rápido e eficaz, que tenha em conta a possibilidade de criar não só edifícios dormitórios, mas verdadeiros bairros a dedicar ao efeito, dotados de todas as comodidades e serviços, à semelhança do que ocorre nas mais importantes cidades italianas e europeias, onde também seria necessário governar os custos de acesso dos estudantes universitários, controlando-os também em comparação com os do mercado actual, desejamos aqui manifestar preocupação pelos aspectos técnico-urbanísticos e ambientais que as intervenções em discussão possam concretizar no território”.
A matéria completa está disponível nas edições impressa e digital