Messina, hoje a procissão de San Saba na vila costeira

Tudo está bem quando acaba bem. No domingo, 6 de setembro, a estátua de San Saba, padroeira da aldeia homônima de Messina, retornará em procissão pelas ruas da cidade. Nas últimas semanas a festa religiosa esteve em risco, mas depois do diálogo construtivo entre todos os componentes do terreno – o pároco, a Cúria e a Comissão – a serenidade regressou. “Boa notícia, acolhida com alegria por toda a comunidade”, escreve a comissão que na noite de domingo, 23 de agosto, organizou uma festa na praça em honra da Padroeira, com música e convívio, demonstrando que a devoção popular permanecia viva. “Não houve vencedores nem perdedores: houve apenas o desejo de salvaguardar uma tradição que pertence a todos os habitantes de San Saba”.

É preciso dizer que ao sair no dia 6 de setembro em vez da data tradicional do final de agosto, a procissão corre o risco de ter menos fiéis: muitos, de facto, já regressaram à cidade vindos do mar e retomaram os seus compromissos diários. Por isso, o Comité dirige a toda a comunidade “um sincero convite a participar em grande número, para fazer do dia um momento de celebração colectiva digno da devoção que o Padroeiro merece. Um convite oficial, em particular, deve ser dirigido ao Padre Gianfranco Centorrino, que com o seu trabalho de mediação tornou possível este feliz epílogo. mediar. Um caminho que merece ser contado na íntegra, porque é precisamente na clareza dos factos que se reconhece o valor do trabalho realizado por todos”.

Felipe Costa