Messina, os sindicatos do Palazzo Zanca em confronto com o comissário

Uma situação difícil, a apresentada pelas organizações sindicais e pelos representantes unitários do Município, entre dúvidas, reclamações e também o receio de que não haja liquidez suficiente para o pagamento dos salários aos funcionários do Palazzo Zanca. Este é o motivo da discussão que ocorreu ontem à tarde entre os representantes da CGIL, CISL, UIL, CSA, Silpol e da RSU e o Gabinete do Comissário, chefiado pelo prefeito Piero Mattei, com o apoio do seu vice, Bernardo Campo.
Uma reunião “aprofundada” que serviu para abordar as questões em cima da mesa e também para esclarecer as principais questões relativas aos problemas levantados relativamente aos aspectos organizacionais e remuneratórios dos funcionários municipais.
As organizações sindicais recordaram que há algum tempo que existiam questões críticas, que tinham sido levadas ao conhecimento da Administração cessante, “exacerbadas – sublinham os sindicatos – devido a respostas não pontuais, que não permitiam dar informação exaustiva aos respetivos associados”. O comissário extraordinário prestou os esclarecimentos solicitados e assumiu o compromisso de manter um diálogo constante com os representantes dos trabalhadores durante todo o período que antecede as eleições de 24 e 25 de Maio.
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Felipe Costa