Messina, reuniões romanas e cimeiras partidárias: votação antecipada (também) em cima da mesa

O ciclone Harry não afetará as decisões que, nas próximas horas, deverão ser tomadas – ou melhor, confirmadas – sobre o futuro imediato do Palazzo Zanca. O bordão sobre o voto antecipado encontrará uma primeira resposta definitiva logo após o próximo fim de semana, quando se espera a carta de demissão do prefeito Federico Basile (que terá então vinte dias para confirmar ou rejeitar a medida). Uma resposta que virá depois de alguns dias chave que, coincidentemente, decorrerão quase todos longe de Messina.
Em Roma, em particular, estão previstas várias reuniões – Cateno De Luca falaria em “sessões espíritas” -, oficiais ou não, com as eleições em Messina também na agenda (mas não só). A reunião oficial é a convocada para hoje, às 19 horas, pelo responsável organizacional da Fratelli d’Italia, Giovanni Donzelli: em Roma estarão, além dos dirigentes da FdI de Messina, Elvira Amata, Pino Galluzzo e Ella Bucalo, também os três vereadores de Messina, Libero Gioveni, Dario Carbone e Pasquale Currò. Um apelo algo irregular, que parece ter surpreendido os próprios melonianos de Messina, mas que representa um sinal claro de que é necessário acelerar em várias frentes, incluindo a identificação de um candidato a presidente da Câmara de Messina (tema que também teria estado no centro de uma interlocução entre o próprio Donzelli e a subsecretária de Messina da Forza Italia, Matilde Siracusano). A menos que existam outras comunicações urgentes, imprevisíveis e, portanto, não interpretáveis ​​na véspera.
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Felipe Costa