O abraço de Reggio Calabria ao seu Santo Padroeiro. «Maria nos convida a caminhar juntos»

«Saúdo-te, Santa Senhora, Mãe de Deus, Maria que é sempre Virgem»: foi assim que São Francisco invocou a Padroeira de Reggio. No sétimo e último sábado em homenagem a Madonna della Consolazione e no oitavo centenário da morte do “pobre homem de Assis”, a lancha apoiada pelos portadores presididos por Gaetano Surace, entrou na Catedral às 11h40, após o evocativo e tradicional “voo” final na praça do mesmo nome. Imediatamente a seguir, caiu uma chuva fraca, com os fiéis à procura de abrigo, porém depois de terem tido tempo de aplaudir a entrada da pintura do Corço na catedral.
A “descida” começou às 8h, depois de uma intensa noite de funções em l’Hermitage e da vigília mariana presidida às 21h por Mons. Fortunato Morrone, arcebispo da Diocese de Reggio Calabria-Bova. Depois das missas e da assembleia de lançamento da Santa Efígie, entre os gritos “Agora e sempre, viva Maria”, inicia-se a procissão entre duas alas de multidão aplaudinte. Às 9h30, parada na “praça de entrega” onde Maria foi confiada ao clero diocesano pelos Frades Menores Capuchinhos que, depois de retornarem em novembro próximo, a levarão novamente sob custódia na Basílica de l’Hermitage, sob a orientação espiritual do Padre Pietro Ammendola.
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Felipe Costa