Ida Sisca, ex-diretora do “Pertini-Santoni” de Crotone, acusada de ter montado um suposto sistema de favores e corrupção em torno do colégio entre 2021 e 2022, pediu um acordo judicial. E junto com ela, outros 5 réus querem acertar a sentença com o Ministério Público, entre eles o genro do ex-diretor, Ernesto Calabretta, ex-gerente do centro educacional “E-Campus”. Enquanto seis optaram pelo procedimento abreviado. Assim terminou ontem, em frente ao Gup Crotone, Assunta Palumbo, a audiência preliminar dos 23 arguidos envolvidos na investigação que veio à tona no dia 11 de novembro de 2025 com a prisão domiciliária imposta a Sisca e Calabretta. Seguiu-se, 8 dias depois, a prisão domiciliária de Giovanni Carbone, membro do “Gea Training of Rome” activo no sector da formação, e da suspensão do serviço de dois professores do “Pertini-Santoni”: a ex-vice-diretora Francesca Arcuri e Lucia Rita Muscò. Caberá agora ao juiz avaliar a adequação das penas acordadas entre a defesa e a procuradora Rosaria Multari, podendo depois aplicar 4 anos e 6 meses de prisão a Sisca e 3 anos e 8 meses de reclusão a Calabretta.
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