Ponte sobre o Estreito de Messina, a alteração do PD sobre fundos inflama a batalha parlamentar

Muitos jogos em um. Os destinos da Ponte do Estreito desenrolam-se em diferentes campos, em vários níveis. A primeira, a mais importante, é a dos procedimentos, atualmente suspensos enquanto se aguarda o conhecimento das razões da recusa do Tribunal de Contas em registar a resolução do Cipess do passado dia 6 de agosto. Na verdade, a escolha futura do Governo está ligada à leitura das razões, que dispõe de uma série de opções, que no entanto acabam por se reduzir a duas. 1) A linha dura: pedir, em qualquer caso, a convocação das secções paritárias do Tribunal para procederem à reserva da resolução, hipótese que lhe daria efeito imediato, após publicação no Diário Oficial, mas que implicaria a assunção de uma série de responsabilidades consideráveis, especialmente no caso de reclamações e recursos. 2) A linha conciliatória: tomar nota das conclusões e, sempre que possível, atender às solicitações dos juízes contabilistas, ao custo de devolver a resolução à Cipess para exame, o que obviamente prolongaria o tempo, mas também poderia “aliviar” o clima de conflito com o Tribunal.
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Felipe Costa