Em Castrovillari, as associações voluntárias estão mais uma vez em pé de guerra para salvaguardar níveis mínimos de cuidados de saúde. Em segundo plano estaria, pelo menos como sublinharam ontem de manhã os dirigentes das associações, nomeadamente Pino Angelastro, Giovanna Fattizio, Caterina Formica, Aldo Foscaldi, Paola Montagna e Ferdinando Laghi, um declínio lento e inexorável na qualidade dos seguintes serviços: falta o médico-chefe e o serviço de otorrinolaringologia parece não ter futuro. Mas há também a vontade de tomar medidas legais relativamente ao sistema que liga as unidades operacionais ao laboratório de análises.
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