Qualidade de vida 2025, Messina salta 13 posições

Messina é uma das poucas províncias italianas que conquistou vários cargos, treze, em referência ao ano anterior. Nada de que se vangloriar ou de que se orgulhar, visto que se fala num salto do 103.º lugar para o 90.º, mas é um sinal positivo, em contraste com os desempenhos mais ou menos desastrosos da maioria das cidades e províncias da Calábria e da Sicília, mais geralmente do Sul. Um crescimento significativo, aquele apresentado pela capital do Estreito e pela área metropolitana nos últimos dois anos (em 2023 Messina era o penúltimo penúltimo, no 105º lugar entre 107), que poderia ter permitido atingir áreas muito mais prestigiadas do ranking nacional, se não tivesse havido aquela lacuna inicial, que efetivamente prende quase todas as áreas urbanas do sul aos últimos lugares. Os sinais mais reconfortantes vêm dos sectores do Turismo e da Cultura, uma melhoria global diz respeito ao tecido económico da cidade e da província, apesar de um quadro que continua insatisfatório, nomeadamente no que diz respeito aos rendimentos, aos serviços pessoais e, infelizmente, ao sector das infra-estruturas, cujas deficiências continuam a penalizar a cidade e a sua província.
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Felipe Costa