A competição por dez assistentes sociais ainda não acabou. Com efeito, após a sentença que decidiu a favor do recorrente e pôs em causa o resultado da seleção, o Município de Soverato relança e submete o processo ao Conselho de Estado. Entretanto, porém, os assistentes sociais afectados pela decisão permanecerão nos seus cargos, pelo menos até à decisão dos juízes sobre o pedido cautelar.
Esta é a escolha feita pela Câmara Municipal poucos dias após a publicação da sentença com a qual o Tribunal Administrativo Regional da Calábria acolheu o recurso, complementado por motivos adicionais, apresentados por um candidato coadjuvado pelo advogado Carlo Catarisano. Uma decisão pesada, destinada a afectar o procedimento com que foram identificados os vencedores do concurso público para dez assistentes sociais a tempo inteiro e a termo certo da área social territorial de Soverato.
O TAR anulou, de facto, os atos impugnados “dentro dos limites fixados na motivação”, abrindo um cenário que poderia levar à redeterminação dos resultados da seleção, mas o Palazzo di Città opta por não parar no primeiro nível de julgamento. Na resolução, o Conselho coloca no papel uma avaliação clara: a frase apresenta “aspectos questionáveis e pouco claros”.
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