Aqueles que governam os reivindicam como o justo reconhecimento em favor dos territórios, como uma ação de boa política. Os da oposição classificam-nos como “subornos eleitorais”, alguns chegam ao ponto de falar de operações de “troca de votos”. É democracia, beleza: sobre a natureza das dotações que cada lei orçamental, entre as suas dobras mais ou menos visíveis, aceita a favor de um Município, de uma Instituição ou de uma zona específica do país, nunca haverá acordo entre os partidos políticos. Na edição de ontem nas bancas, Il Sole24 Ore examinou a manobra financeira promovida pelo governo Meloni no final do ano passado, publicando um extenso resumo das principais operações financiadas para apoiar ações de vários tipos e com peso económico muito variado.
A lista publicada pelo “Sole” destaca como a lei orçamental de 2025 teve em conta sobretudo Reggino e a cidade de Lamezia Terme. Ainda que a maior parte do ponto de vista económico tenha sido feita pela Fundação Coração Imaculado de Maria, refúgio das almas, em Mileto (Vibo Valentia). Mais conhecida como Fundação Natuzza, recebeu, com duas subvenções distintas do Ministério do Trabalho e Políticas Sociais, 2,74 milhões de euros para assistência e apoio social.
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